Data: 15 de Junho a 23 Julho de 2021
Duração: 24h, distribuídas por 10 sessões formativas de 2 horas, e uma sessão de avaliação de 4h
Horário: 3ª e 6ª feiras, das 11h-13h (sessão de avaliação de 4 horas, das 11h-13h e das 14h-16h) (horas de Lisboa)
Formador: Paulo Gonçalves

Sumário
Os desafios colocados à saúde pública obrigam a uma constante melhoria e mudança nos processos de gestão do trabalho em laboratórios clínicos, que contribuam para a realização do trabalho de forma segura e saudável e para a garantia da qualidade dos serviços. Este curso oferece a profissionais de saúde, com ou sem experiência em laboratório, uma oportunidade de rever ou adquirir noções básicas sobre os princípios aplicados à gestão de um laboratório de análises clínicas, abordando áreas como a definição de pessoal e instalações, os processos analíticos e pré/pós analíticos, a gestão da qualidade e a higiene e segurança no trabalho. No final da formação, os formandos deverão ser capazes de aplicar os conhecimentos adquiridos num projeto de gestão de laboratório com implementação prática, que vise à melhoria da qualidade dos serviços prestados. A iniciativa destina-se especialmente a técnicos de laboratório com ou sem experiência profissional, estudantes e outros profissionais na área da microbiologia e da saúde pública, que pretendam adquirir noções básicas sobre gestão de um laboratório de análises clínicas.

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Data: 12 a 16 de abril de 2021
Horário: 10h às 12h
Formadores: Maria João Gargaté, Anabela Vilares, Idalina Ferreira, Susana Martins, Tânia Reis

Síntese
A observação microscópica das diferentes formas morfológicas dos parasitas é determinante para o correto diagnóstico das infeções parasitárias e requer, além de experiência, sólida formação nesta área. A solicitação do diagnóstico de parasitoses é comum nos hospitais, centros de saúde e laboratórios privados que necessitam de técnicos  especializados para assegurar um diagnóstico adequado através de metodologias de referência. 
O curso Morfologia Parasitária Humana habilita os participantes a: orientar a pesquisa de parasitas face a uma história clínica; aplicar as metodologias de diagnóstico laboratorial adequadas ao organismo infecioso e ao produto biológico em análise; e a identificar os parasitas nas suas formas biológicas de diagnóstico. 

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Data: 9, 16, 23 e 30 de abril de 2021
Horário: das 10h30 às 12h
Formadores: Rita Macedo, Andrea Santos, Sónia Silva, Irene Rodrigues

Síntese
A tuberculose (TB) continua a ser um problema de Saúde Pública em todo o mundo. A resistência aos antibióticos e, em particular, a multirresistência, tem constituído um desafio para os programas de controlo da TB e o laboratório assume assim cada vez maior importância na confirmação dos casos de tuberculose, com isolamento do agente e subsequente estudo de susceptibilidade aos antibacilares. A introdução de metodologias moleculares para o diagnóstico constituiu uma ferramenta essencial para a identificação rápida dos casos de tuberculose e de tuberculose multirresistente, o que veio permitir implementar precocemente medidas de controlo.  

O curso "Diagnóstico laboratorial de tuberculose" destina-se a todos os licenciados na área das Ciências da Vida e da Saúde que verão promovidas competências nos domínios das técnicas clássicas e de biologia molecular de diagnóstico laboratorial da TB. Para além disto, serão também aprofundados assuntos relacionados com a biossegurança, preparação, colheita e envio de amostras biológicas para o laboratório.

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Data: 22 de março de 2021
Horário: 10h30 às 12h30
Formadores: Cristina Veríssimo; André Dias

Síntese
A meningite criptocócica causada por Cryptococcus neoformans ou por C. gattii é uma infecção oportunista grave e uma das principais causas de morbilidade e mortalidade em doentes HIV, sendo responsável por cerca de 15% do total de óbitos a nível mundial. Estima-se que 223.100 casos de meningite criptocócica resultem em 181.000 mortes a cada ano neste grupo de doentes. O número de casos de infeções por Cryptococcus tem vindo a diminuir nos doentes HIV, após a introdução do tratamento antirretroviral e a utilização de fluconazol para o seu tratamento. No entanto, nos países em desenvolvimento, onde os testes de diagnóstico rápido e punção lombar não estão disponíveis, o número de mortes associadas a esta infeção permanece elevado devido ao diagnóstico tardio da doença.  Esta formação incidirá sobre o contexto epidemiológico desta infeção, os seu agentes etiológicos e metodologias utilizadas para o seu diagnóstico laboratorial. Neste webinar, será abordado o contexto epidemiológico desta infeção, principais grupos de risco e os métodos recomendados para o diagnóstico laboratorial desta infeção.

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Data: de 15 a 19 de março de 2021
Horário: 10h às 12h
Formadores: Maria João Gargaté; Idalina Ferreira; Anabela Vilares; Tânia reis;; Susana Martins.

Síntese
A metodologia de referência para o diagnóstico laboratorial da malária é a observação microscópica direta com coloração de Giemsa. A identificação das diferentes formas de plasmodium é uma ferramenta determinante para o correto diagnóstico desta infeção parasitária que requer, além de experiência do operador, uma sólida formação nesta área. Um diagnóstico laboratorial fidedigno é essencial para a deteção precoce, adequação da terapêutica, vigilância e controle da malária, nomeadamente na Europa e países não endémicos onde a parasitémia é baixa e consequentemente mais difícil o diagnóstico. Neste curso serão abordados os aspetos teóricos e práticos desde a preparação dos esfregaços e gotas espessas à identificação das várias espécies de plasmodium que infetam o Homem. No final do curso os formandos deverão estar aptos a preparar e corar as lâminas assim como identificar, diferenciar e quantificar o plasmodium sp.

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Data: 21 de janeiro de 2021
Horário: 10h às 13h
Formador: Isabel Lopes de Carvalho

Síntese
O controle de surtos exige a participação de clínicos, de epidemiologistas e do laboratório. Este último deve ser responsável tanto pelo diagnóstico etiológico das infeções como pela investigação microbiológica ou molecular de surtos e epidemias. este webinar tem como principais objetivos descrever:
a) as interações esperadas entre os epidemiologistas e os técnicos de laboratório/investigadores durante uma investigação de casos ou surtos;
b) dar a conhecer ferramentas de planeamento que possam ser desenvolvidas em conjunto (epidemiologia e laboratório) para apoiar uma investigação.

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Data: 18 de novembro de 2020
Duração: 2h45
Horário: 10h-12h45 (horas de Lisboa)
Coordenação: Raquel Guiomar

Sumário
A resposta à emergência e ao diagnóstico laboratorial do novo coronavírus SARS-CoV-2 originou grandes desafios aos laboratórios no início de 2020. A implementação rápida do diagnóstico molecular foi possível pela célere sequenciação do genoma viral e pela partilha da informação com a comunidade científica, o que permitiu desenvolvimento de procedimentos de biologia molecular para a deteção do novo coronavírus (SARS-CoV-2). A metodologia de RT-PCR é a metodologia de referência para o diagnóstico laboratorial da COVID-19, no entanto outras metodologias foram desenvolvidas para a rápida deteção do SAR-CoV-2, nomeadamente os testes rápidos de antigénio que são hoje utilizados em situações com necessidade de um resultado urgente. Aos testes de deteção de anticorpos contra o SARS-CoV-2 são um complemento aos testes de biologia molecular e permitem a avaliação da seroprevalência de anticorpos ao nível populacional. 

A formação tem como objetivos:

  • apresentar os diferentes tipos de testes de biologia molecular e de deteção de anticorpos para o diagnóstico da COVID-19;
  • dar a conhecer metodologias para a seleção, avaliação e monitorização dos testes laboratoriais para a deteção do SARS-CoV-2;
  • informar sobre quando e onde utilizar os diferentes tipos de testes laboratoriais.

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Data: 21 de dezembro de 2020
Duração: 1h45
Horário: 10h-11h45 (horas de Lisboa)
Coordenação: Sofia Núncio

Sumário
A pandemia da COVID-19 transformou o mundo laboral e trouxe profundas e rápidas mudanças na organização e gestão do trabalho, sobretudo na área da Saúde. Foram impostas às Instituições, empresas e trabalhadores na área da saúde inúmeras regras que garantem a realização do trabalho de forma segura e saudável, evitando a propagação do vírus. S

No final da formação, os formandos deverão ser capazes:
- conhecer os fatores de riscos associados ao SARS-CoV-2, em contexto laboral; 
- conhecer e adotar as medidas de prevenção e proteção contra a infeção por SARS-CoV-2, em consonância com as recomendações da Direção Geral de Saúde de Portugal e da Organização Mundial de Saúde. 

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Data: 15 e 16 (online, sessões síncronas) e 23 de novembro (sessão presencial) de 2021
Duração: 9 horas
Coordenação: Sofia Núncio

Sumário
O transporte de substâncias infeciosas é estritamente regulado por normas da Organização das Nações Unidas e exige que os remetentes tenham formação adequada. Com o objetivo de assegurar que esta informação esteja disponível para remetentes/transportadores de substâncias infeciosas, o INSA, IP organiza uma ação de formação dirigida a técnicos que necessitem de realizar o envio destas amostras. Durante o curso, os participantes têm a oportunidade de praticar a embalagem e o preenchimento da documentação para o embarque. O curso, desenvolvido de acordo com o modelo da OMS, é dividido em módulos direcionados à classificação, documentação, marcação, rotulagem e embalagem de substâncias infeciosas, e a preparação de envios que requeiram o uso de gelo seco. 

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Datas: 8, 9 e 10 (online, sessões síncronas) e 22 de novembro (presencial) de 2021
Duração:
Coordenação: Sofia Núncio

Sumário
Com o aumento do número de laboratórios BSL e BSL3, e o consequente aumento de pessoas (investigadores, técnicos e pessoal de apoio técnico) que necessitam de entrar neste tipo de laboratórios, tornou-se obrigatório a implementação de regras de trabalho que minimizem o risco biológico associado a esta atividade. A Unidade de Resposta a Emergência e Biopreparação do Instituto Ricardo Jorge desenvolveu um programa de formação com o objetivo de proporcionar uma abordagem abrangente e inovadora que contribua para assegurar a implementação de regras e boas práticas de trabalho em laboratórios BSL 2 e BSL 3. O curso permitirá aos participantes construírem uma base sólida de conceitos teóricos e práticos na aplicação de princípios de Biossegurança e aprofundarem conceitos básicos em microbiologia incluindo: a categorização de agentes biológicos, infeções adquiridas em laboratório; boas práticas microbiológicas; conceitos de avaliação de risco, grupos de risco e níveis de contenção; utilização adequada de equipamento de proteção individual e equipamento do laboratório como centrífugas e câmaras de segurança biológica.

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